ENTRE A NATUREZA E O ARTIFÍCIO: .OLÍTICA E OPINIÃO PÚBLICA EM J.-J. ROUSSEAU
Diogenes Galdino M. Silva
- Autor
- Diogenes Galdino M. Silva
- Orientador(a)
- Antonio Rufino Vieira
- Universidade
- UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA ( JOÃO PESSOA ) — UFPB-JP
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- MESTRADO
- Ano
- 2011
A finalidade dessa pesquisa é analisar o conceito de representação nas leituras de Jean-.Jacques Rousseau, partindo da distinção entre a natureza e o artifício na condição humana. A .formação do homem na história, segundo as categorias de progresso e regresso, mostra as .diferenças entre esses dois momentos e contribui para a abordagem das necessidades .humanas, deixando transparecer o conceito de imitação e de representação. A princípio, a .imitação é uma característica natural do ser humano, uma vez que, na infância, o aprendizado .se processa pelo caminho da imitação ou da representação (na falta da linguagem oral), mas, .em sociedade, a arte de imitar degenera-se. Diversas questões relevantes surgem sobre essa .abordagem: a) como é possível degenerar esta prática? b) como a representação passa da .harmonia da natureza humana para a artificialidade humana no cotidiano? c) Como se mostra .a dicotomia entre Ser e Parecer? O intuito é apontar uma das questões que J.-J. Rousseau .destaca no tocante ao problema da representação, a saber, a questão da opinião pública. A .principal preocupação é indicar como a opinião pública se imiscui na vida do cidadão, .operando seus pensamentos e comportamentos sociais naquilo que faz parte da própria .constituição social de cada tempo, tarefa que se mostra com toda ênfase em cada sociedade, .de acordo com a sua cultura, e com toda lucidez na obra Carta a D’Alembert. . J.-J. Rousseau, C natureza,
