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Dissertações

Estatuto Constitutivo dos Juízos Puros de Belo na """"Analítica do Belo"""" de I. Kant.

MARCO AURELIO OLIVEIRA DA SILVA

Dissertação
Autor
MARCO AURELIO OLIVEIRA DA SILVA
Orientador(a)
ROBERTO HORACIO DE SA PEREIRA
Universidade
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO — UFRJ
Programa
FILOSOFIA
Grau
MESTRADO
Ano
2004
2004MARCO AURELIO OLIVEIRA DA SILVA. Estatuto Constitutivo dos Juízos Puros de Belo na """"Analítica do Belo"""" de I. Kant.. 2004. Dissertação (MESTRADO em FILOSOFIA) — UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO, RJ. Orientador(a): ROBERTO HORACIO DE SA PEREIRA.1

O propósito deste trabalho é investigar a coerência do texto da """"Analítica do Belo"""". Para tal, constatamos que esta investiga as condições sob as quais um juízo puro de belo é possível. Considerando que um juízo puro de belo deve referir-se a uma forma apreendida pela imaginação e ser independente de fim, concluímos que as condições de um juízo puro de belo ocorrem nos três seguintes níveis. Em primeiro lugar, temos o traço distintivo dos juízos de belo, i.é, um juízo de belo é um juízo desinteressado e, portanto, não é baseado em qualquer regra de preferência. Em segundo lugar, temos a validade de um juízo de belo, segundo a qual este é imputável a outrem. Pois, sua validade é universal, i. é, não é restrita à primeira pessoa do judicante. Ademais, sua validade é necessária, i.é, em ajuizamentos de beleza, há uma conexão necessária entre representação e sentimento de prazer. Por último, um juízo de belo fica a depender do princípio da finalidade formal da natureza. Ou seja, pressupomos haver na natureza uma intenção de produzir formas que suscitem o livre jogo entre imaginação e entendimento e, conseqüentemente, a complacência denominada belo.

Palavras-chave: