EXPERIÊNCIA, LÓGICA E GRAMÁTICA. UM ESTUDO SOBRE AS CONDIÇÕES EMPÍRICAS DA NORMATIVIDADE TAIS COMO APRESENTADAS NA SEGUNDA FILOSOFIA DE WITTGENSTEIN
GIOVANE RODRIGUES SILVA
- Autor
- GIOVANE RODRIGUES SILVA
- Orientador(a)
- JOÃO VERGÍLIO GALLERANI CUTER
- Universidade
- UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO — USP
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- MESTRADO
- Ano
- 2012
Trata-se, nesta dissertação, da análise do conceito de gramática, tal como Wittgenstein o usa no período de escrita das Investigações Filosóficas. Nesse sentido, mostra-se que ele não julga que a gramática seja essencial para a instituição de uma linguagem. Um corolário disso é que aquilo que Wittgenstein chamou, de modo bastante geral, de regras gramaticais tampouco o são. Veremos que esta posição é o resultado de uma virada importante no pensamento de Wittgenstein, a partir da qual os conceitos de forma de vida e prática, bem como o papel da experiência, em geral, assumem posição fundamental em sua apresentação do que seja a linguagem. Com efeito, é partir destes conceitos que poderemos apresentar com alguma perspicuidade as fontes da normatividade da linguagem, em geral, e da gramática, em especial.
