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Dissertações

Fenomenologia, Liberdade e Moral em jean-Paul Sartre

Sonia Maria Lira Ferreira

Dissertação
Autor
Sonia Maria Lira Ferreira
Orientador(a)
EDMILSON ALVES DE AZEVEDO
Universidade
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA ( JOÃO PESSOA ) — UFPB-JP
Programa
FILOSOFIA
Grau
MESTRADO
Ano
2006
2006Sonia Maria Lira Ferreira. Fenomenologia, Liberdade e Moral em jean-Paul Sartre. 2006. Dissertação (MESTRADO em FILOSOFIA) — UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA ( JOÃO PESSOA ), PB. Orientador(a): EDMILSON ALVES DE AZEVEDO.2

O trabalho tem como pretensão pesquisar um tema relevante e instigante tanto para o meio acadêmico quanto para a sociedade que é: o da moral e da liberdade enquanto conceitos que contornam todo agir humano no seio social. A investigação sobre a moral e a liberdade se faz necessária na atual conjuntura moral e política porque a crise acerca de todos os valores está instalada, se torna então oportuno analisá-la criticamente à luz de um filósofo contemporâneo como Jean-Paul Sartre por ter como paixão o homem e, este último, como único fundador de seus valores e, concomitantemente, de sua liberdade. Afirma o filósofo: “o homem é condenado a ser livre”. Esta afirmação é uma das peculiaridades da teoria da liberdade e da perspectiva moral sartreana, por significar que o homem é livre perpetuamente em todas as situações e condições. O homem fomenta seus valores, sua liberdade, logo ora não pode ser livre, ora escravo, é inteiramente e sempre livre ou não é. Sendo então a liberdade à condição básica da ação humana. Isto implica dizer que toda escolha que o ser humano faz, é uma escolha original sem qualquer tipo de fundamentação, ou seja, de razão de ser, justamente porque o ato de escolher é conseqüente daquilo que autenticamente o ser humano é, isto significa dizer que mesmo em face de total indeterminação o ser humano é responsável não só por si próprio, mas também por toda humanidade.