- Autor
- MONICA LOYOLA STIVAL
- Orientador(a)
- CARLOS ALBERTO RIBEIRO DE MOURA
- Universidade
- UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO — USP
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- MESTRADO
- Ano
- 2007
O intuito desta pesquisa é encontrar o vínculo entre percepção e relações contingentes na filosofia de David Hume. Uma vez que o autor nos diz que tudo o que há são percepções, surge a tarefa de precisar o modo segundo o qual relações como espaço e tempo – relações filosóficas e contingentes – se constituem. Afinal, a noção chave desta filosofia, a de causalidade, traz já a necessidade de certa percepção de tais idéias abstratas (espaço e tempo): elas devem ser derivadas de alguma experiência sensível (impressão), mesmo sendo exteriores às qualidades da experiência sensível. Será possível, assim, vislumbrar a imbricação entre o atomismo e o associacionismo humiano, delimitando o sentido da experiência para este pensamento e apontando as conseqüências dessa perspectiva em relação à problemática da época – o conhecimento – ou àquela que nascia como conseqüência – a subjetividade.
