Lógos filosófico terapêutico, desde a antiguidade até sextus empiricus
Jose Nivaldo da Fonseca
- Autor
- Jose Nivaldo da Fonseca
- Orientador(a)
- Danilo Marcondes de Souza Filho
- Universidade
- PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO — PUC-RIO
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- MESTRADO
- Ano
- 2000
Esta dissertação procura investigar, na Filosofia Antiga até Sextus Empiricus, se o viés racionalista - referente à questão da erapia pela palavra -, por não dar a devida consideração a outros fatores constitutivos da 'natureza humana' como a vontade, tendências, etc, implica uma sujeição da concepção de enfermidade da alma à esera cognitiva, o que, em conseqüência de não enfocar o indivíduo como um todo, resulta numa crítica aos própros limites da atuação da psyché. Ao final, ela conclui que os limites da atuação da argumentação filosófica se detém frente a liberdade individual, pois somente com o prévio assentimento pessoal de """"querer ser tratado"""" é que sobrevem a possibilidade de acontecer efeitos filosóficos terapêuticos.
