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Dissertações

NATUREZA E SUBJETIVIDADE EM SCHELLING

PAULO SÉRGIO DE JESUS COSTA

Dissertação
Autor
PAULO SÉRGIO DE JESUS COSTA
Orientador(a)
Hans-Georg Flickinger
Universidade
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL — PUC/RS
Programa
FILOSOFIA
Grau
MESTRADO
Ano
1997
1997PAULO SÉRGIO DE JESUS COSTA. NATUREZA E SUBJETIVIDADE EM SCHELLING. 1997. Dissertação (MESTRADO em FILOSOFIA) — PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL, RS. Orientador(a): Hans-Georg Flickinger.2

A filosofia da natureza de Schelling inaugurou, na história da filosofia moderna, um paradigma com imensas repercussões na produção científica e filosófica, na virada do século XVIII para o XIX. Um dos resultados mais significativos, desse empreendimento, foi o questionamento do paradigma mecanicista, associado ao nome de Isac Newton. De decisiva importância, é o conceito de liberdade para a filosofia da natureza schellingeana. Trata-se de uma visão da natureza sub specie libertatis. O primado da razão prática, na filosofia da natureza, concede à experiência prática da liberdade um lugar, por assim dizer, primordial. .. A partir da experiência prática da liberdade, dois outros níveis interpretativos da filosofia da natureza se abrem : o especulativo-conceitual e o heurístico-hermenêutico. A fecundidade dos conceitos da filosofia da natureza, já atestada na virada do séc. XVIII para o sec. XIX, repete-se hoje, no Novo Paradigma de Auto-Organização e na Nova Filosofia da Ciência. No primeiro caso, mediante o aspecto especulativo dos seus conceitos; no segundo, como horizonte teórico heurístico e hermenêutico para a produção de conhecimento científico.