O COGITO CARTESIANO: O SUJEITO COMO CONDIÇÃO DE VERDADE
ZÓIA SCHVARTZ MARIBONDO DE OLIVEIRA
- Autor
- ZÓIA SCHVARTZ MARIBONDO DE OLIVEIRA
- Orientador(a)
- ELENA MORAES GARCIA
- Universidade
- UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO — UERJ
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- MESTRADO
- Ano
- 1999
Este trabalho tem como proposta situar o cogito cartesiano em seu lugar de princípio e fundamento para o pensamento moderno, no momento em que inaugura um campo no qual o sujeito é concebido como sujeito do pensamento...No primeiro capítulo, exercitamos com Descartes a dúvida metódica, conduzindo-a até o ponto onde ela se revira em certeza - certeza instantânea do """"eu penso""""...No segundo capítulo, a partir do apelo cartesiano a uma verdade que se exclua do pensamento, analisamos as provas da existência de Deus - causa eficiente total de si mesmo e de todas as coisas -, que fará do sujeito sua criação contínua...No terceiro capítulo, apresentamos o estudo da noção de tempo, propondo o ponto de vista de que, se somente um ato instantâneo do pensamento pode livrar o espírito da dúvida, do mesmo modo somente a concepção de instante vai possibilitar o atingimento da meta cartesiana: a de assegurar um ponto de partida para a ciência moderna e, assim, oferecer uma resposta definitiva à crise do pensamento de sua época
