O PRINCÍPIO DE RAZÃO SUFICIENTE (1813) E A QUESTÃO DA VERDADE EM SCHOPENHAUER
PAULO MARCOS DA SILVA
- Autor
- PAULO MARCOS DA SILVA
- Orientador(a)
- EDUARDO BRANDAO
- Universidade
- UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO — USP
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- MESTRADO
- Ano
- 2010
O presente trabalho se dispõe a discutir como Schopenhauer elabora seu princípio de razão suficiente, em sua primeira versão (1813), e qual a concepção de verdade empregada pelo autor para justificar o modo de operacionalização da segunda classe - ratio cognoscendi - do referido princípio e como ela se relaciona com as demais. Em face dessas duas questões apresenta-se como o autor desenvolve sua teoria do conhecimento conceitual e dos juízos. Também se busca discutir como a ciência, um saber abstrato, é sistematizada, dado que ela é um conjunto de conhecimentos homogêneos que depende de conceitos e tem sua organização expressada segundo a ratio cognoscendi. Por fim, a presente dissertação esclarece que a verdade nem sempre é o caso, pois, ao Homem, ocorre a capacidade do riso, fenômeno, o qual demonstra que nem sempre o princípio de razão e a concepção de verdade, que é uma de suas expressões e mostra a congruência entre as classes, é obedecido.
