- Autor
- Júlio César Mioto
- Orientador(a)
- José Fernandes Weber
- Universidade
- UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA — UEL
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- MESTRADO
- Ano
- 2012
Este trabalho apresenta alguns momentos da teoria benjaminiana do conhecimento e seus modelos ontológicos no âmbito da crítica de arte. Aqui dá-se conta da fase intermediária de Benjamin, de suas duas teses acadêmicas: O Conceito de crítica de arte no romantismo alemão e Origem do drama barroco alemão. Ver-se-á a série de paradoxos do autor com toda seriedade merecida. O trabalho é basicamente emulativo, a não ser em alguns momentos. Procurou-se fazer do texto de Benjamin um cânone moderno do conceito de crítica de arte. Laborou-se sobre momentos que se tornaram paradigmáticos de crítica de arte, até se mostrar a substância sintética dos episódios hermenêuticos. Supõe-se aqui uma série entre hermenêutica, ontologia e epistemologia com a polaridade da teoria do Ser. Mostramos como o absoluto metódico se relaciona com problemas de formações simbólicas, e como este absoluto se torna ontológico no âmbito das duas obras. E exemplificamos um exercício de crítica. Assim como notamos no final o valor da tese benjaminiana sobre a teoria da tragédia ática.
